Aproveitando o Dia dos Namorados, os sentais do Portal Tanaka se reúnem com a sentai convidada Chell do site Not Loli! em um  post especial para falar um pouco sobre os nossos casais preferidos do mundo dos animes e mangás, onde cada membro participante escolheu o seu casal preferido e comenta sobre a dupla escolhida e sobre o que os torna um bom casal.

Haruto Kirishima e Yuzuki Eba (Kimi no Iru Machi)

Escrito por André Dedeco

Não tinha como não escolher este casal. Haruto Kirishima e Eba Yuzuki tem uma química entre eles que só te deixa ganhar ainda mais simpatia pelo casal. Ele demora para ser formado de fato, mas como a série é muito longa, nós podemos ver o relacionamento deles avançar detalhadamente, pois, depois de tudo que eles fizeram para ficarem juntos, o que mais me agradou foi ver a vida deles dando certo. Não há nada a reclamar sobre o relacionamento deles, nesse sentido o mangá de forma alguma deixa a desejar, fiquei deverás satisfeito com o desfecho do mesmo em relação a isso.

Chrno e Rosette (Chrno Crusade)

Escrito por Rafael Sabaki

Chrno e Rosette é o típico casal que passa a obra toda fazendo coisa melhor do que se declarar um pro outro, desde o começo já tem um certo afeto de ambas as partes estabelecido, só que ambos ainda não tem certeza de seus sentimentos. E ao contrário de muitos casais, eles tem motivo pra isso! Quando disse que eles tem coisa melhor pra fazer, eles realmente tem! Chrno Crusade é basicamente um Battle Shonen e eles tem um objetivo á alcançar, e nessa aventura acaba não sobrando muito tempo pra momentos românticos em meio a batalhas e investigações, mas não pensem que é um romance repentino, os momentos românticos estão lá só que são bem breves durante o mangá.

Chrno é um demônio, um dos mais fortes do inferno e que se rebelou contra sua líder, Pandemônium, e se exilou na Terra. Incontáveis coisas acontecem até que ele conhece Rosette, uma menina órfã de 12 anos, e por um trágico acidente, ela acaba se tornando seu pactuante e por consequência sua melhor amiga. Após o time skip do manga, Rosette aparece como uma freira exorcista com seus 16 anos e ainda acompanhada do agora inseparável, Chrno. Seria um completo sacrilégio uma freira ter um pacto com um demônio, certo? E esse é o motivo de não haver nada entre os dois alem do respeito, admiração e carinho mútuo.

Acompanhar o desenvolvimento do casal é algo muito interessante por que começa como uma simples amizade quando Rosette ainda é uma menina, e se torna gratidão, respeito e por fim um amor tão verdadeiro, simples e bonito, quando ela já está mais velha e tendo que ser adulta, e isso vem de forma tão natural que nem duvidamos do laço entre eles.

Takashi Sone e Sae Shirai (Haru Yo, Koi)

Escrito por Gabriel Rocha

Não sou um grande leitor de Shoujo/Joseis, o que significa que talvez, muitos dos aspectos que me faz gostar desse casal, possam ser apenas clichês moldados. Porém por ter sido a minha experiencia de leitura do gênero, foi tudo novo, e justo na minha primeira vez eu acabei encontrando o meu casal preferido (até agora).

Takashi Sone e Sae Shirai são as típicas pessoas que ainda não se encontraram na vida, onde um, é um cara simplesmente vagabundo que não trabalha e não faz faculdade, e a outra uma menina que largou a escola e fugiu de casa para viver com a namorada (que aliás, é a irmã de Takashi). O que mais me admiro com esses dois, são a construção e o desenvolvimento da relação. De como eles vão mudando gradativamente e de uma forma sutil, a maneira de como se convivem, conversam, e até mesmo as mudanças de opinião sobre alguns aspectos da vida, como exemplo a bissexualidade de Sae. Tudo isso agregado com um belíssimo coming of age.

Assim como na escolha de Sabaki, aqui temos um casal onde não duvidamos da confiança de um ao outro. Não sei se estou sendo prepotente ao dizer que são personagens reais. Mas sem sombra de dúvida são de fácil identificação, e um dos mais verossimilhantes possível.

Rintaro Okabe e Makise Kurisu (Steins;Gate)

Escrito por Leonardo Zeferino

Agora é minha vez de falar sobre um casal de animes, porquê? bom, por que será? provavelmente tem algo a ver com a data ou com recente aumento nas vendas de chocolate. Existem muitos tipos de casal em animes, escolher foi difícil, mas baseei minha escolha na química do casal, aquele tipo de casal que você acompanha com um sorriso no rosto, você se apega não só aos personagens mas se diverte com o contraste que a relação em si apresenta, e por isso eu não poderia escolher outro casal que não fosse esse (na verdade eu poderia, mas eu não quis).

Sou grande fã do anime Steins;Gate, gosto principalmente da boa construção de personagens. Cada um deles é fortemente representado por um traço específico, como um geek, uma cosplayer, um chunibyou e uma tsundere. O casal em questão é formado por Rintaro Okabe, vulgo Hououin Kyouma, e Makise Kurisu, vulgo Christina, e é realmente divertido de acompanhar. Tem-se uma visão clara do desenvolvimento da relação deles, que começa como oposição, parte para colaboração, transforma-se em respeito e admiração, firmasse como amizade e por fim salta para um romance. Okabe sofre de chunibyou (síndrome da 8ª série) e é extremamente egocêntrico, infantil e costuma fantasiar constantemente sobre teorias da conspiração. Em contra partida, Makise é séria e centrada, porém é uma típica personagem tsundere com um lado doce. Ver a aproximação sutil entre esses dois personagens, que a princípio podem parecer não ter nada em comum, é agradável e natural.

Eu poderia perder muito mais do seu tempo falando sobre Steins;Gate, porém, afim de me manter focado no objetivo do texto, vou finalizar apenas dizendo que para mim é essencial para um casal não só de animes mais de qualquer obra ficcional não importando a mídia, construir e manter uma relação natural e que consiga alcançar aqueles que a acompanham sem parecer um tempo perdido com algo desinteressante, e isso Steins;Gate consegue.

Naruo Taneda e Meiko Inoue (Solanin)

Escrito por Leonardo Bonkoski

Naruo Taneda e Meiko Inoue é aquele tipico casal que se conheceu na faculdade e resolveram enfrentar juntos a temível vida do mundo dos adultos. Partilhando de sonhos frustrados não realizados e se conformando com suas realidades tediosas, os dois construíram uma relação tão forte que, como propriamente dito no mangá, chegou a um ponto onde Meiko sabia como o Taneda estava se sentindo só de observar o clima de sua sala. Um é a base do outro, eles se conformavam e engoliam viver a mesmice de sempre que era suas vidas unicamente para poderem se sustentar na frio mundo dos adultos. E quando ambos chegam ao limite de suportar esse tédio e resolvem fazer mudanças drásticas em suas vidas, como largar os seus empregos que lhes garantiam um certo conforto em prol de seus sonhos antigos, um apoia o outro na decisão a ponto de ambos pararem, nem que seja momentaneamente, de temer o futuro e buscar fazer aquilo que sempre sonhou e que lhes trazem a tão sonhada liberdade.

Um tipico casal muito comum nos dias de hoje, podemos ver muitos Taneda e Meiko em nosso mundo. Jovens casais que encontram na relação de um com o outro uma força que lhes permitem encarar a realidade em busca de seus sonhos sem ter medo das consequências, buscando a liberdade e uma vida adulta sem a monotonia padrão imposta pela sociedade.

Taneda e Meiko representa muito bem o “coming of age” da vida e a chegada da vida adulta, trazendo questionamentos que nós passamos ou que iremos passar em algum ponto da vida, e isso faz esse casal puramente humano e bem identificável.

Ricardo Fellini e Kirara (Gundam Build Fighters)

Escrito por Igor Mendonça

Pode-se dizer que Gundam Build Fighters não tem casais que se unem, de fato. É daquele típico anime shonen que cria duplas de personagens, mas sem se preocupar em concluir esse relacionamento, como com Hinata e Naruto, Gamagoori e Mako e por aí vai. E aqui isso toma um rumo próximo à função que tem Gamagoori e Mako, que é criar uma boa dinâmica entre os personagens. Mas em Gundam Build Fighters essa dinâmica vai além e dá um peso dramático a mais para os conflitos e para os diálogos, tudo através dos personagens de apoio.

Nesse sentido até dá pra dizer que o melhor casal da série é Aila e Reiji, devido ao longo desenvolvimento dos dois e do peso emcional que o newtype de Arian tem sobre o experimento da instituição Flana. Mas como essa postagem não é sobre qual seria “o melhor casal” e sim qual o que eu prefiro, falarei de Fellini e Kirara.

O que esperar de um casal de um anime de robôs gigantes de brinquedo feito pra crianças? Posso garantir que tudo menos o que é o relacionamento de Fellini e Kirara. Os dois se conhecem numa festa, o galã italiano flerta com a idol e eles começam a se conhecer aí. O cara bebe de mais e ele sai da festa só sabendo falar dos animes de Gundam. Ele tenta chamar a atenção dela com a performance em Gunpla Battle, ela se preocupa, eles conversam no bar, falam de um conflito pelo qual o Fellini está passando, e ele como não queria falar do assunto ainda acaba concordando. É tão… natural, crível. Não tem nada de exaltado, especial, mágico e muito menos mega dramático.

Eles bebem juntos, conversam, flertam, um acompanha o trabalho do outro e isso se torna mais do que o suficiente para você sentir a preocupação que os dois têm um pelo outro. É o suficiente para que no fim do episódio 15 você entenda perfeitamente a preocupação da Kirara com o montador do Fenice e para que essa preocupação dê um peso maior à situação.

Talvez pareça uma escolha boba, um casal bobo. Mas é justamente por eles não terem nada de mais, serem só dois bons personagens, com uma interação natural e bem feita, com bons momentos que eu os escolhi. Eles são os adultos no mundo das crianças.. Eles são eu, você, sua namorada e muitas das pessoas que assistem Gundam Build Fighters. Adultos que cresceram, entendem o mundo e ainda assim se divertem e se emocionam com robôs de brinquedo trocando porradas. E é justamente por não ter NADA além disso que é tão bom.

Makoto Tachibana e Haruka Nanase (Free!)

Escrito por Chell

Olá! Como vão vocês?

Meu nome é Chell, e esta é minha humilde contribuição para a proposta de post de Dia dos Namorados feita pelo Portal Tanaka.

Quando eu li a proposta, me veio logo à mente um casal; um casal het (*gasp* Chell) que já me fez ficar acordada pensando em ship manifesto (!). Vejam bem, mexer comigo desse jeito… isso não é algo que qualquer casal/personagem/série consegue fazer. No entanto, eu acabei optando por tratar nesse post de um outro ship – no caso, um casal não-canon, isto é, que não existe na história real – pra falar sobre. O ship, no caso, é Makoto/Haruka, da série de anime Free!, que eu já postei incansavelmente sobre aqui. No entanto, deixo aqui minha menção honrosa a Zack/Aerith, que fizeram em muito minha alegria em alguns tempos passados, e que eu quase resolvi escrever sobre aqui. Quase.

…Mas bem! Makoto/Haruka venceu essa. Ou, para os íntimos, MakoHaru.
Já aviso que esse post terá spoilers de Free! e a sua sequência. Estejam avisados.

Vamos começar traçando ambos os perfis, nessa espécie de ship manifesto que escrevo aqui.

Haruka Nanase, 17 anos de idade, cursa o terceiro ano do colegial no começo da série. Conforme é dito na própria série: gênio aos 10, prodígio aos 15, e apenas uma pessoa comum aos 20; sim, é assim que ele se apresenta a nós, espectadores, e isso diz muito como Haruka se vê: fadado ao não-reconhecimento e à mediocridade. De outro lado, temos Makoto Tachibana; também com 17 anos de idade, Makoto Tachibana é um raro exemplar de adolescente tranquilo, sem revoltas com a vida, com amor aos animais – podemos fazer “awwnnn” agora?e às crianças. Sim, Makoto é tudo de bom, sim, ele é o husbando dos sonhos, como as pesquisas indicam – eu mencionei que ele é solteiro? – e não tenho frases deprês pra colocar aqui, portanto. Seu lema de vida, se ele tiver um, é mais algo como: “faça o Haruka ser alguém na vida, cuide dos seus irmãos e, por fim, cuide de si no tempo que sobrar”. Pera. Que? Exatamente, e é nesse sentido que vai a minha defesa do ship Makoto/Haruka.

Os dois são amigos de infância – os famosos 幼なじみ (osananajimi), tão comuns em anime de harém! – e, desde a mais tenra idade, Makoto é uma pessoa admiravelmente leal para com o seu amigo. Em uma das cenas mais clássicas da infância de ambos, Makoto estende a mão para que Haruka saia da piscina, e Haruka, por sua vez, segura a mão dele muito tsundere emburrado, pedindo pra que o amigo pare de chamá-lo de “Haru” – um apelido ainda mais afeminado do que seu nome “Haruka”, que, assim como “Makoto”, é um nome próprio tipicamente feminino. Essa cena tem como paralelo a cena em que eles, agora com 17 anos, vivenciam todas as manhãs, nas quais Makoto estende a mão para que Haruka saia da banheira. “Pera. Que?” De novo. Ok, pra quem não conhece o anime, essa frase tende a soar no mínimo bizarra. Sim, Makoto sempre dá a mão para Haruka sair da banheira – ( ͡° ͜ʖ ͡°) – e Haruka, por sua vez, está sempre usando sunga… Provavelmente esperando essa atitude do seu incrivelmente vergonhoso amigo.

E é assim que Makoto e Haruka vivem as suas vidas: praticamente grudados um ao outro, desde a infância, até a adolescência, quando as coisas começam a ficar confusas… ( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°)– não

Como já venho contando desde 2013 aqui nesse blog – e com Free! Eternal Summer, em 2014 – quando eles estão no segundo colegial, surge – ou re-surge? – Rin, uma figura quase-misteriosa do passado. Pra ser precisa, os três eram amigos de infância, mas Rin foi para a Austrália, um belo dia, e demorou vários anos até aparecer de novo, com jeitinho de adolescente revoltado. Essa figura começa a mexer com os coraçõezinhos de seus velhos amigos, Haruka, Makoto e Nagisa – e sobretudo com o primeiro, de jeitos… pouco legais.

Por que eu estou mencionando isso? Porque eu admito a importância do Rin pra história do Haruka. Admito, sobretudo, a importância dele como “contraponto” do Makoto. Sim, Rin/Haruka e Makoto/Haruka são praticamente “ships rivais”, ainda que nenhum dos dois seja propriamente canon, e são praticamente opostos. Se Rin é o fogo do Haruka, Makoto é a água e todos sabemos como o Haruka ama água e ( ͡° ͜ʖ ͡°). Se Rin é quem faz a história do Haruka seguir para a frente, de alguma forma, Makoto é o porto seguro, é com quem Haruka resolve dividir o apartamento, os planos, enfim, a vida. Dividir, não competir; Partilhar, não batalhar. É por isso que eu prefiro Makoto/Haruka a Rin/Haruka, mas, bem… Prossigamos.

Então, Makoto e Haruka tinham essa relação de ligados pelo umbigo, até que uma série de eventos começou a mexer com isso. Um deles, por sinal, foi o ocorrido do episódio 6 da primeira temporada, no qual Haruka salva Makoto de um quase-afogamento. Makoto, que desde pequeno tem medo de água – por conta de eventos traumáticos e coisa e tal – é salvo por Haruka, que se mostra realmente apreensivo pela experiência de quase-afogamento do amigo. E aí, o que sucede a essa cena (uma quase-respiração-boca-a-boca, que não rolou por motivos de: KyoAni cockblock) é um diálogo em que ambos tem um heart-to-heart, e Makoto agradece Haruka por tê-lo salvado, o que o faz ficar com olhinhos brilhando. Haruka só fica com olhos brilhando quando tem água ou piscina envolvida, entendam; Haruka com olhos brilhando é sempre um momento no anime, e isso acontece nessa cena quase-romântica dos dois, sentados na praia, a noite…

Bem. Independentemente dessa cena, não é preciso falar mais nada sobre como Makoto e Haruka tem esse significado todo importante um para o outro; além de serem amigos de infância, um salva o outro de enrascadas – Makoto, frequentemente, salva Haruka dele mesmo, e Haruka, como nessa situação, salva Makoto de seus medos frequentemente bobos. Além dessa relação de cumplicidade, no entanto, a relação deles tem outro nível mais profundo – o nível de parceria no qual o Makoto é a âncora à realidade de Haruka. Haruka é o tipo de pessoa que, se deixar, passa a manhã inteira na banheira; o significado de Makoto estender a mão para Haruka todas as manhãs mais do que, erm, taradisse das animadoras é que, realmente, Haruka por Haruka ficaria lá a manhã toda. Não que ele não tenha uma escola, um clube, e até mesmo um talento, mas é assim que ele é, e as piadinhas de “Haruka autista” não são à toa. Essa é apenas a ponta de um iceberg que se evidencia durante a série inteira, e que meio que derrete lá pelo episódio 11 da segunda temporada, no qual Makoto declara, no meio da turbulência do terceiro ano pela qual todos os personagens estão passando, que ele já sabe o que vai fazer da vida depois de se formar. Isso não é pouca coisa; significa que, mesmo não tendo o dom especial do Haruka, ou qualquer coisa ou talento significativo, ele pensa em fazer coisas incríveis. E esse é o maior tapa no cara da realidade que o Haruka poderia levar, porque ele, com todo o talento dele, não pensou em nada. Ele pensou em água, e crises existenciais. E aí, quando ele começa a pensar, vem a crise, a fuga pra Austrália e coisa e tal; e é claro que, no seu retorno, Makoto estava lá pra dizer: seja bem vindo de volta à casa, Haruka.

E se isso não é quase um relacionamento de casal, eu não sei o que é.

Então é isso, e é por isso que eu adoro esses dois, basicamente: eles são um casal, sem ser. Isso, claro, graças ao compromisso do Makoto, mas não é como se o Haruka também não tivesse sentimentos; ele não sabe expressar muito bem, mas, bem, olhos brilhando significa que ele se importa muito. Tem ainda o fato de ambos serem solteiros, o que é sempre uma ótima justificativa pros ships que você quer defender, e, bem, o fato de eles serem bishounen é outro fator a ser levado em consideração a favor do ship. (Honestamente, quem tem algo contra esse ship? Eu não tenho. E repito: meu blog, minhas regras.)

Com isso, encerro aqui minhas colocações sobre o porquê de eu gostar tanto desse ship acima de qualquer outro de Free!. É claro que o que eu escrevi aqui nem mesmo começa a descrever meus sentimentos reais; meus sentimentos reais são mais como uma mistura de “alsjgfsd;” e “ai meu Deus, quanto afeto, que coisa linda.”

E pra concluir, deixo aqui essa cantada que me mandaram: “Are you Haru ’cause I’m 60% water”. É isso que Makoto diria. É isso que acontece na minha mente.